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Castanhal, de abraços abertos

Castanhal, de abraços abertos

A nossa viagem pelo Brasil continua e desta vez desembarcamos no município de Castanhal, no Pará, onde quem chega e quem saí é acolhido pelo morador mais ilustre da cidade, o Cristo Redentor. É isso mesmo! Não é só o Rio de Janeiro que possui o monumento. Em Castanhal, os moradores e os visitantes são abençoados pelo Cristo, que está de braços abertos para a cidade.

A atração se tornou símbolo da cidade. Localizada a 65 quilômetros de Belém, Castanhal possui 205 667 mil habitantes e está entre as cinco principais cidades do Pará. Ela figura como uma espécie de metrópole da região Nordeste do Estado, pela sua alta taxa de desenvolvimento acelerado e por abastecer outros municípios da região tanto na área de comércio e saúde, entre outros.

Carregando o título de “Cidade Modelo”, Castanhal ocupa uma posição geográfica privilegiada no mapa do Pará, sendo cortada pela rodovia federal BR-316 – a principal via de ligação entre a capital paraense e as regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul – item indispensável para o escoamento da produção. Além disso, ela está próxima do porto, aeroporto e da Alça Viária, na região metropolitana de Belém.

Um importante investimento para o avanço de Castanhal será o polo industrial da região, que será implantado em uma área privilegiada às margens da PA-10, a cinco quilômetros de distância do centro do município.

Castanhal surgiu do povoamento dos seus colonos e dos imigrantes nordestinos, que buscavam uma vida melhor. Ao pisarem nas terras paraenses, eles notaram a presença de uma semente abundante na região. A iguaria ficou popularmente conhecida como castanha-do-pará e deu origem ao nome da cidade.

Um pouco mais tarde, a notícia da construção de uma ferrovia atraiu pessoas de todos os cantos. Os trilhos ligariam Belém a Bragança, município no interior do Pará. A obra ficou conhecida como Estrada de Ferro de Bragança, porém com a chegada da febre amarela ela precisou ser suspensa, adiando o sonho do progresso para região.  

Mesmo assim, a epidemia não impediu o crescimento do povoado, pois tanto o comércio como a agricultura se desenvolveram à medida que novas famílias chegavam por lá, mesmo desafiando a doença. Com isso, ele logo se transformou em Vila. Tempos depois as obras foram retomadas e a tão esperada ferrovia foi concluída em 1º de dezembro de 1900.

Atualmente, a locomotiva conhecida como “Maria Fumaça” não corta mais as terras no Pará, mas continua presente na vida dos castanhenses através de uma réplica exposta na Praça da Estrela, onde as pessoas fazem questão de visitá-la para voltar um pouco no passado, assim como o cliente da Rede Flex, Clésio Pereira Guimarães, de 51 anos.

Sobrinho de historiador, ele é um admirador da história da cidade onde nasceu e fez questão de tirar uma foto ao lado do trem, que foi o principal meio de transporte da região durante cinco décadas. Vivendo entre o passado e o presente na pujante Castanhal, Clésio é proprietário de uma banca de recarga para celular no centro da cidade. Atuando há mais de 21 anos no ramo, o empresário começou no negócio vendendo ficha para orelhão e a partir daí acompanhou toda a evolução na telefonia.

“Trabalhei por muito tempo em farmácia, onde minha patroa nos deixava vender as fichas para comprar lanche. Com o tempo, inventaram o cartão e passei a vendê-lo.Nessa época, a farmácia onde eu trabalhava faliu e consegui um ponto próximo dela para continuar vendendo os cartões, que virou até febre entre colecionadores. Depois chegaram os celulares pré-pagos, para os quais vendo recarga até hoje”.

Ao lado da esposa, Clésio garante que sua pequena empresa é referência na cidade quando o assunto é recarga, entre outros serviços. “Desde quando eu abri, sempre teve recarga na minha banca. Aqui não falta”, afirmou, destacando que a maioria dos seus clientes são pessoas idosas, o que requer mais atenção no atendimento.

Pontos turísticos – Além do monumento do Cristo Redentor e da réplica da locomotiva, Castanhal ainda tem como importante ponto turístico da cidade a Catedral Santa Maria Mãe de Deus, uma das maiores obras arquitetônicas da região. A avenida Barão do Rio Branco também é muito visitada pelos turistas por possuir inúmeras lojas. A vila do Apeú, a Igreja da Matriz, e a Diocese de Castanhal também são muito visitados, sem falar das praias belíssimas do Pará.

O Estado possuí praias de água doce e salgada, pois acontece  o encontro das águas. Elas, frequentemente, figuram em guias dos melhores destinos de viagem do Brasil.

Confira a lista com as 10 melhores praias do Pará

Praia de Alter do Chão (Alter do Chão): 

Praia, rio, artesanato e ecoturismo. Essa praia está na lista das 10 praias mais bonitas do Brasil, possui águas cristalinas, a areia fina, é considerada o Caribe da Amazônia.

Praia do Cururu (Alter do Chão): 

Atrai muitos turistas que estão em busca de tranquilidade. Nos  períodos de seca dos rios, o lugar, que tem aspecto natural, é considerado paradisíaco pelos turistas.

Praia ilha do amor (Alter do Chão): 

Esta praia possui águas azuis, um banco de areia surge entre os meses de  agosto e dezembro. Fica perto ao centro e é uma praia muito agradável.

Praia do Pesqueiro (Soure): 

Água doce e morna, a areia é branca. Tem uma boa infraestrutura. Existe palhoças na praia com cadeira e redes.

Praia do Atalaia (Salinópolis): 

Esta praia possui areia escura e água verde. Os carros podem se aproximar da beira da água. Tem uma boa infraestrutura. Existem barracas por toda extensão da praia.

Praia da Barra Velha (Soure): 

Possui uma beleza rústica, e é extremamente, encantadora.

Praia do Farol Velho (Salinópolis): 

Ambiente tranquilo e familiar. O mar  está sempre calmo e com temperatura agradável. Possui boa infraestrutura. Atrativo a parte é o lindo pôr do sol.

Praia da Princesa (do Farol) (Algodoal):  

Maré baixa, faixa e areia longa (14 Km). Possui boa infraestrutura.  Os turistas classificam como um verdadeiro paraíso.

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